Estudos indicam que o leste da floresta, mais desmatado, virou fonte de dióxido de carbono na última década, enquanto o oeste tenta se manter como sumidouro
A disparada do desmatamento na Amazônia, facilitada pelo desmonte da fiscalização ambiental promovido pelo governo Bolsonaro, impulsionou casos de abusos trabalhistas, especialmente nos setores...
Ficamos, portanto, diante de um dilema crucial. Poderíamos invocar o argumento de que seria lícito manejar 20% da floresta, e reivindicar esta parcela de remoção dos estoques naturais que o Código Florestal, teoricamente, autorizaria. Certamente, não será desmatando muito menos queimando. O Amazonas, sob a batuta do próprio Niro Higuchi, liderou a mobilização de 32 das melhores universidades estrangeiras, sob patrocínio do governo Japonês, para entender como se dá a dinâmica do carbono no bioma amazônico. E com isso, entre outras descobertas e avanços, criou tecnologia de MFS, Manejo Florestal Sustentável para gerar emprego, renda e fortalecer a saúde floresta.
Dois cientistas que trabalham permanentemente com a questão das mudanças climáticas a partir da Amazônia, Niro Higuchi, do INPA e
Luciana Gatti, do INPE, se manifestaram sobre a dramaticidade do Relatório do IPCC, e da dificuldade da floresta amazônica, sob queimadas
e desmatamento, cumprir seu papel de redução dos distúrbios das mudanças climáticas. Acompanhe.
A redução da superfície de água foi identificada em 9 das 12 regiões hidrográficas e em todos os biomas brasileiros. Apenas no Mato Grosso do Sul, redução foi de 57%
“Premiação” ocorreu na manhã desta terça-feira, em cerimônia surpresa na porta do Congresso Nacional. Lira foi agraciado por “seguir à risca a política antiambiental do governo federal”