Recursos de incentivos fiscais beneficiam indústrias e centros tecnológicos para o desenvolvimento da bioeconomia amazônica, com aumento da renda, segurança alimentar e conservação da floresta
A ''agenda'' consiste basicamente da mesma pauta de reivindicações de sempre, a despeito dos desafios do PRDA - Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia desde em maio do ano passado.
“O fato é que já passou da hora de os verdadeiros defensores da Amazônia saírem do imobilismo a fim de enfrentar os inimigos da região, externos e internos, que aqui se encastelam há décadas usufruindo de suas riquezas naturais sem mover uma palha para impedir a degradação da floresta e do solo”.
“Nós queremos assinalar que os fundos necessários para o polo de Bioeconomia já são produzidos pela indústria. Basta que não sejam mais contingenciados como vem ocorrendo historicamente”.
Para Minev, o resto do Brasil precisa quebrar o modelo mental que tem sobre a Amazônia. É preciso entender que “aqui há 25 milhões de brasileiros, que sonham com a prosperidade da mesma forma como brasileiros em qualquer outro lugar”.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.