O Custo Amazônia, que é a soma de séculos de falta de ação, com burocracia, adicionado ao já nefasto Custo Brasil foi possível ser observado, com questões como calado, navegabilidade ou praticagem.
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.