“Então, num cenário de liberdade de mercado, marcado por baixa eficiência dos mecanismos de comando e controle por parte do Estado, seria fundamental que mecanismos de conscientização voltados ao consumidor final fossem deflagrados de forma contundente, visando mostrar que o comprador pode ser o indutor da redução da devastação de florestas e da melhora da qualidade de vida de centenas de milhares de pessoas que vivem na florestas.”
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos