O tijolo ecológico é uma alternativa para a construção civil. Além de gerar impacto ambiental muito menor do que o produto tradicional, sua produção...
A petroleira norte-americana Chevron anunciou nesta 5ª feira (14/1) novos investimentos na startup Blue Planet Systems Corp, que desenvolve tecnologia para captura e armazenamento de carbono. O objetivo...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.