Publicação lançada na véspera do Dia Mundial do Café está disponível na biblioteca virtual do Idesam
Texto: Lennon Costa
Na semana em que é comemorado o...
Ofício do ICMBio solicita acréscimo de R$60 milhões no orçamento do órgão, caso contrário, aeronaves e brigadas para combate a incêndios florestais poderão ser suspensas
Com ou sem mistérios, Amazônia precisa abrir mão de miragens e promessas e se impor como valor simbólico, biótico, climático, mineral, seu acervo hidrológico, alimentar e comercial, portanto, traduzível em cifras e fator de transformação e afirmação de brasilidade, e buscar seus próprios rumos.
"Assim como muitos rios da Amazônia, o Brasil lastima a destruição natural dos seus igarapés, como os “rios” Tietê e Pinheiros, que banham a capital paulista, e sabe da gestão laissez-faire do poder público, que se reflete na indiferença do tecido social. E com toda riqueza paulista, ninguém logrou tirá-los da UTI até hoje. Se as leis da preservação foram mal feitas não podemos compactuar com os malfeitos da civilização. Apenas precisamos mobilizar a Ciência antes de fazer leis nessa relação natureza e cultura, decisiva para a Amazônia e para a Humanidade."
"Fazermos vista grossa com os delitos para justificar oportunidades é virar as costas para a depredação. E quando se trata de Amazônia, a meia verdade é muito mais grave do que a mentira."
Pesquisa feita pelo Instituto Semeia ressalta que a falta de recursos humanos e financeiros são um dos principais desafios enfrentados na gestão dos parques brasileiros