“Dou o exemplo de quatro cadeias produtivas que trabalhamos hoje: do pirarucu, do cacau, do açaí e da castanha do Brasil, ou do Pará. Essas cadeias estão relativamente organizadas e têm uma produção significativa de recursos. Elas podem representar o começo efetivo de plataformas de negócios e oportunidades com possibilidades excelentes de geração de emprego.“
Os autores do trabalho analisaram a composição isotópica de amostras das unhas de 4,5 mil indivíduos de 37 cidades do país, onde vive 10% da população, e calcularam a média de um parâmetro denominado delta carbono 13 (δ13C) para cada município. Valores elevados desse índice sinalizam alto consumo de alimentos ultraprocessados
Qual o sentido de anunciar Manaus como Centro Mundial de Bioeconomia sem assegurar reinvestimentos dos recursos produzidos pelo próprio modelo para este fim de qualificação das pessoas e instituições?
A mensagem é inequívoca: da manutenção da floresta amazônica depende a viabilidade da sociedade brasileira. Somos existencialmente dependentes da floresta, como sociedade e, em última instância, como espécie.
Reações ao estudo publicado na revista Science, mostrando a ilegalidade na agropecuária brasileira, confirmam as “maçãs podres” do agronegócio mencionadas no título do estudo. Parte do setor prefere atirar no mensageiro ao invés de acolher os fatos e buscar soluções pautadas na ciência e no diálogo construtivo.
O agronegócio precisa se comunicar cada vez mais com a sociedade brasileira para mostrar a realidade do setor e sua importância para a segurança alimentar do país, segundo o presidente da Associação Brasileira de Produtores de Leite (Abraleite), Geraldo Borges. Para tratar do tema, a Abraleite promoveu, em parceria com a Embrapa, um debate online com a participação de representantes de algumas das principais instituições da cadeia produtiva.