“A elaboração do projeto Amazônia 4.0, com as redes privativas de velocidade 5G, precisa recompor o mapa dessa biodiáspora do banco de germoplasma amazônico. Algo parecido foi iniciado em 2020 na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Lá os pesquisadores utilizaram tecnologias blockchain, automatização de máquinas, big data e computação em nuvem. Coisas que o 5G vai exponenciar“
Relatório elaborado por mais de 200 cientistas propõe que governo brasileiro decrete moratória do desmatamento na Amazônia, a fim de evitar ponto de não retorno do bioma
Cientistas do INPE afirmam que mudança climática e desmatamento transformaram região sudeste da floresta em fonte de CO2, agravando o aquecimento global
A chegada dos meses mais secos na Amazônia, de agosto a outubro, traz um roteiro previsível para a química Luciana Gatti, pesquisadora do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). É quando a floresta, depois de desmatada, é queimada e, como consequência, despeja na atmosfera toneladas de gases de efeito estufa.
Como o Brasil pode contribuir para a redução global de emissões de gases de efeito estufa? Qual o papel da Amazônia neste processo e no modelo de desenvolvimento socioeconômico Brasileiro? Como promover o desenvolvimento da região amazônica conciliando com a descarbonização da economia?