Para ele, nossa indústria não é competitiva. O agronegócio sim. Ora, a indústria trabalha 5,5 meses por ano para recolher impostos ao país. Enquanto o agronegócio é isento da maioria dos tributos impostos ao segmento fabril. Santa paciência!
De acordo com a economista da FGV Ibre Renata de Mello Franco, o Índice de Confiança da Indústria de Transformação encerra o ano com um desempenho surpreendente, após “atingir o fundo do poço” em abril.
Na Conferência ZFM 2050, Victor Bastos, representante do CIEAM, propõe transformar a preservação dos incentivos em uma agenda de fornecedores, investimentos e produção nacional. Sua exposição dá conteúdo prático à aproximação entre Amazonas e São Paulo defendida nesta coluna.