Tag: Botos

Gripe aviária: primeiro caso da doença em um boto é registrado no mundo

O Instituto Veterinário da Suécia (SVA) registrou o primeiro caso de infecção por gripe aviária em um boto. O animal, que morreu após encalhar...

Cientistas flagram botos “brincando” com uma sucuri em rio da Amazônia

Esta é uma cena por certo inusitada. Em agosto do ano passado pesquisadores faziam uma expedição para documentar a biodiversidade ao longo do rio...

Pesquisadores investigam comportamento agressivo de botos na Amazônia

Em 2013, foi observado o primeiro comportamento incomum na espécie de botos do Rio Amazonas, que é o ataque de machos a filhotes. O último registro data de 2018. “Para nós, foi uma surpresa”, diz bióloga.

Pesquisa amplia área de ocorrência de botos na Amazônia com novos registros no Amapá

Com ajuda do conhecimento de comunidades tradicionais, estudo mapeia de forma pioneira a existência de populações de três espécies de botos amazônicos no estado

Confinados: a história dos botos presos entre as represas do rio Madeira

As centrais hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, o maior afluente do rio Amazonas, se transformaram em um experimento evolutivo em tempo real, isolando uma população de botos da Bolívia e do Brasil

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.