Em 2013, foi observado o primeiro comportamento incomum na espécie de botos do Rio Amazonas, que é o ataque de machos a filhotes. O último registro data de 2018. “Para nós, foi uma surpresa”, diz bióloga.
Com ajuda do conhecimento de comunidades tradicionais, estudo mapeia de forma pioneira a existência de populações de três espécies de botos amazônicos no estado
As centrais hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, o maior afluente do rio Amazonas, se transformaram em um experimento evolutivo em tempo real, isolando uma população de botos da Bolívia e do Brasil
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.