A floresta não é almoxarifado gratuito, é patrimônio estratégico. Quem diz que não se pode vigiar a Amazônia, mente!!
O dogma da impossibilidade como álibi...
"A ausência de uma métrica robusta para o PIB regional baseado no uso sustentável da natureza nos mantém presos a uma bioeconomia envergonhada, aprofundando...
Unesco emite alerta para o Pantanal: maior área úmida tropical do mundo enfrenta crise sem precedentes, com degradação ambiental avançando e medidas urgentes sendo...
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.