Tag: Bioindústria

ZFM: as novas matrizes e alternativas econômicas

A hora é de somar, conjugar o verbo construir na primeira do plural, priorizando atores, interesses e demandas locais, identificar os avanços ensaiados, valorizar...

A quem pertence o Centro de Biotecnologia da Amazônia?

O polo de bioindústria foi desenhado a partir das demandas da economia local e das saídas vislumbradas na diversidade biológica e mineral da região. Tudo ia bem até que começou uma querela estéril e danosa entre os ministérios que passaram a querer um CBA para chamar de seu, na suposição de que esse patrimônio lhes pertencia. Não pertencia e não pertence a ninguém, muito menos à União e seus escalões. É um patrimônio a serviço da Amazônia, das demandas de suas indústrias, das pequenas empresas que se beneficiam das verbas do Programas Prioritários da Suframa para empreendedores, nos programas e projetos a partir da floresta, de seu banco genético, que padece da inovação tecnológica.

O IPI e a economia limpa da Zona Franca de Manaus

E não são os nossos índios o problema. Eles próprios se dispõem a participar das iniciativas com seu precioso conhecimento da Amazônia. Podemos entrar com a tecnologia e eles com o conhecimento da harmonização florestal. Afinal eles tem 15.000 anos de relacionamento inteligente e sustentável com a natureza. E quando falo na primeira do plural estou falando em nome de pessoas próximas que topam os projetos de diversificação. Ou seja, nós temos propostas, elas não são novas, são insistentes mas não dependem apenas da nossa percepção e boa vontade. Como diz o empresário Denis Minev, é preciso que o Brasil se comprometa com a nova economia que se organiza pelo interior da Amazônia.

Conheça seis negócios inovadores que atuam na Amazônia

As startups foram escolhidas para receber mentoria e investimento financeiro da primeira aceleradora de impacto voltada exclusivamente para a região da floresta

5G e a denominação de origem da Amazônia 4.0

“A elaboração do projeto Amazônia 4.0, com as redes privativas de velocidade 5G, precisa recompor o mapa dessa biodiáspora do banco de germoplasma amazônico. Algo parecido foi iniciado em 2020 na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Lá os pesquisadores utilizaram tecnologias blockchain, automatização de máquinas, big data e computação em nuvem. Coisas que o 5G vai exponenciar“

Ainda sobre desindustrialização do IPEA

Para ele, nossa indústria não é competitiva. O agronegócio sim. Ora, a indústria trabalha 5,5 meses por ano para recolher impostos ao país. Enquanto o agronegócio é isento da maioria dos tributos impostos ao segmento fabril. Santa paciência!

Artigos populares

Quem não tem competência não se estabeleça

"O Brasil precisa de uma Presidência capaz de reunir...

Estiagem exige que o Amazonas transforme contingência em política permanente

Ao reunir operadores portuários, aeroporto e Receita Federal, o CIEAM amplia uma discussão que precisa alcançar o planejamento e o orçamento estadual. As secas recentes e os cenários para 2026 justificam soluções de longo prazo para a indústria e as comunidades do interior.

O voto e a responsabilidade de representar

A liberdade de escolher nossos representantes exige atenção à...

O Brasil não cabe no quintal de ninguém

“A carta de Marco Rubio a Flávio Bolsonaro, o...