Tag: bacias hidrográficas

Super El Niño 2026-2027: O que o Amazonas precisa fazer antes que seja tarde

"O El Niño 2026-2027 não é um problema do futuro. É um problema do presente — e o tempo entre agora e o pico...

Importância das florestas: conheça 5 pontos cruciais para saúde humana

As florestas fornecem bens e serviços, empregos e renda para talvez 2,5 bilhões de pessoas em todo o mundo Cobrindo 31% das terras da Terra...

Metade do Cerrado sumiu

Governo esconde dados do aumento do desmatamento na fronteira agrícola onde mais cresce a produção de grãos Faltavam poucas horas para a virada de 2022...

Desmatamento do Cerrado é o maior desde 2016

Estados do Maranhão, Tocantins, Bahia e Goiás lideram destruição do bioma brasileiro

Especialistas debatem serviços ecossistêmicos e ambientais na Amazônia

Além de estudos sobre a importância da floresta e políticas públicas, o webnário mostrou casos em que os serviços ecossistêmicos já foram valorados e estão sendo remunerados

Conta de luz seguirá na bandeira vermelha 2 em setembro

Custo de 100 kilowatt-hora permanece em R$ 9,492 A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu, nesta sexta-feira (27), manter a bandeira vermelha, patamar 2,...

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Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

Terra Indígena Apyterewa: desmatamento caiu de 102 km² para 7,5 km² após a retirada de invasores

Terra Indígena Apyterewa reduz o desmatamento após desintrusão, mas ameaças e risco de novas invasões ainda preocupam o povo Parakanã.