O papel da Rede Amazônia é fundamental para discutir os projetos de desenvolvimento regionais e os seus efeitos sobre o meio ambiente, as cidades e as comunidades.
Um estudo de 2015 feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) concluiu que, “para cada 1% de floresta derrubada anualmente na Amazônia, há um aumento de 23% na incidência de malária e de 8% a 9% na de leishmaniose”, uma doença que, se não tratada, causa desfigurações e pode levar à morte.
Mecanismo de adesão voluntária prevê pagamentos periódicos, com investimento de R$ 24 milhões em três anos; primeiros contratos foram assinados neste semestre.