Estudo propõe usar inteligência artificial para aumentar as chances de sucesso na reprodução assistida

Usar técnicas de inteligência artificial para determinar qual embrião fertilizado in vitro tem mais chance de estabelecer uma gestação ao ser transferido para a paciente. Esse é o objetivo da pesquisa de mestrado conduzida por Dóris Spinosa Chéles no Instituto de Biociências de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (IBB-Unesp).

Apoiada pela FAPESP, a estudante obteve o segundo lugar na premiação dos melhores trabalhos do 25º Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida com a apresentação oral “Prediction of fetal heartbeat through artificial intelligence and morphological, morphokinetics and patient variables”.

O trabalho de Chéles é coordenado pelo professor da Unesp Marcelo Fábio Gouveia Nogueira e prevê a aplicação de variáveis oriundas de três fontes distintas em um software baseado em inteligência artificial para a predição de gravidez por batimento cardíaco fetal. Esse software tornará objetiva a avaliação, facilitando a escolha do embrião de melhor qualidade pelo embriologista.

O congresso aconteceu em novembro, no Rio de Janeiro, e contou com programação que aborda todos os tópicos da reprodução assistida. A lista completa dos vencedores dos melhores trabalhos pode ser consultada no site do congresso.

Fonte: Agência FAPESP

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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