Ondas de calor e frio, estiagens, tempestades, incêndios florestais, enchentes, nevascas e tornados. O ano de 2021 foi marcado por extremos climáticos que geraram milhares de mortos e desabrigados, além de prejuízos bilionários em todos os continentes.
A tendência internacional na priorização de agendas para o manejo global da biodiversidade e dos estoques de carbono se contrapõe à realidade nacional de alta nas taxas anuais de desmatamento.
Precisamos de uma constelação de ações simultâneas, que vão do combate a crimes ambientais a P&D com populações indígenas e povos tradicionais, escreve Mariano Cenamo
O mundo precisa da Amazônia e vai precisar submeter-se a suas leis para acessar seus benefícios e opulência. As categorias e o valor de uso de troca das commodities do Centro-Oeste, na verdade, precisam ajustar-se às similaridades do valor e da riqueza amazônica. E curvar-se aos resultados da nanobiotecnologia. Bioeconomia não é extrativismo disfarçado, é mimese do bioma e da bioética, onde a dinâmica natural e florestal vira paradigmas a serem utilizados como ferramentas da inovação tecnológica, reunindo a nanobiotecnologia, tecnologia da informação e da comunicação.
Atividades executadas pelo Idesam pelo projeto Cidades Florestais: Madeira-Purus focam em desenvolver viabilidade econômica para comunidades tradicionais.