Bioeconomia

BR-319: a estrada que pode redefinir o futuro da Amazônia

BR-319 reacende debate sobre logística, desmatamento, governança e o futuro do desenvolvimento sustentável na Amazônia.

Amazônia: potencial desperdiçado também no setor aéreo

"Entre gargalos logísticos e apostas regulatórias, a aviação na...

Expo Amazônia Bio&TIC 2026: a floresta entra definitivamente na era da inteligência

Idealizada por Vania Thaumaturgo, a quarta edição do evento...

Energia, o nervo exposto da economia global

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Amazônia no centro do tabuleiro

"Com “Amazônia no centro”, o mundo voltou os olhos...

A lucrativa indústria de orquídeas da China é um teste para o compromisso do país com a conservação

China estimula a produção de animais e plantas comercialmente valiosos para atender à demanda do mercado e reduzir a pressão sobre as espécies selvagens.

Senador propõe aumento para mais de 300 milhões orçamento do o Centro de Biotecnologia da Amazônia, o CBA

Com verbas de P&D já recolhidos das indústrias em Manaus o orçamento do novo CBA, poderia aumentar o investimento do Centro para mais de R$ 300 milhões

Presidente Lula resolve impasse de mais de 20 anos e oficializa a personalidade jurídica do CBA

O Centro terá condições de materializar iniciativas de desenvolvimento por toda a Amazônia. O CBA representa o futuro, será fundamental para a geração de emprego e renda na matriz Bioeconomica da região.

Biotecnologia, inovação e faturamento recorde são vitórias da ZFM antes da Reforma Tributária

Entre os bons argumentos pela manutenção da Zona Franca de Manaus (ZFM) se dá o fato de que - finalmente - o Centro de Biotecnologia da Amazônia deverá ganhar orçamento próprio, criando ambiente de negócios sustentáveis tão necessários para o desenvolvimento da região amazônica.

Conheça a ONG que mais ajuda a Amazônia

Saiba qual a melhor forma de garantir a preservação da Amazônia, a realidade da principal ONG de desenvolvimento sustentável da região e qual pode ser o seu papel na construção de um futuro mais sustentável

Guaraná Magistral, a resistência visionária da família Cruz

Quando a família de José Cruz decidiu, em 1945, implantar uma indústria de bebidas, inicialmente baseada no sagrado fruto amazônico do Guaraná, havia um movimento em Manaus para reativar a economia da borracha. Restara um vazio com o fim do conflito mundial e com a debandada dos americanos, que haviam - num esforço de guerra - financiado o resgate do látex, essencial para fazer rodar suas máquinas de guerra. Um dos entusiastas dessa façanha era o visionário Cosme Ferreira, que havia criado três empresas.

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