“Além de ser favorável à manutenção da floresta em pé, por seus reconhecidos e essenciais serviços ambientais, o que mais poderemos fazer para a proteger a floresta e trabalhar para que a monetização desses serviços, chamados de créditos de carbono, seja aplicada na região, favorecendo, principalmente, seus guardiões, os maiores responsáveis pela saúde ambiental - ora ameaçada - desta região.”
Informações de bastidores dão conta de que novo decreto do IPI será publicado nesta semana, preservando 95% de itens da ZFM. Mas os 5% restantes podem representar R$ 8 bi em perdas.
Ideia de Bolsonaro e Guedes é quebrar a resistência no STF e atender liminar de Alexandre de Moraes
Antônio Paulo, do BNC Amazonas
Governo Bolsonaro
O governo Bolsonaro...
A quem quer agradar o senhor Guedes? O que a ZFM lhe fez, senão oferecer insistentemente uma parceria de ganha-ganha em favor do país, uma economia de baixo carbono, entre outras nobrezas a favor das quais parece não sobrou qualquer resquício.
Bem, é este resumo que aqui mais nos interessa. Enfiar a cabeça e fingir que não há nenhum problema. O governo federal, através do Ministério da Economia, ao editar os decretos de redução de IPI desde fevereiro de 2022, tendo insistido no mês de abril e agora no mês de julho, criou um grande problema de insegurança jurídica para todo o Brasil.