Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.
Reiteramos nossas boas vindas ao superintendente Bosco Saraiva, e nos colocamos à disposição para trabalharmos em mutirão pelo Amazonas, pela infraestrutura precária e cara que compromete a competitividade, com ênfase para os gargalos logísticos, pela ausência do balizamento e dragagem de nossas hidrovias, pelo pesadelo viário da BR-319 e BR-174, pelos PPBs glosados sem razões procedentes e pela redução das tarifas de energia e comunicação, que tornam longínquas as distâncias entre a Amazônia e o resto do país.
E nós não podemos ficar de braços cruzados para conferir se, dessa vez, vamos figurar pra valer no sumário dos programas prioritários da República. Ou não será preciso espernear que o fim da Zona Franca de Manaus será uma crise humanitária de graves proporções, envolvendo todas as tribos e populações originárias e operárias da Amazônia?
Carbono - A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (30) a Medida Provisória 1151/22, que muda regras da lei de gestão de florestas públicas...
Especialistas, organizações da sociedade e associações técnicas desenharam nova proposta de Reforma Tributária solidária, saudável e sustentável
Por Mateus B. Fernandes e Livi Gerbase -...
O amazônida tem mentalidade engenhosa, capacidade de combinar inteligência, força e inspiração para promover um movimento de renovação com pensamento de longo prazo, estruturando meios e alinhamentos necessários ao desenvolvimento socioeconômico sustentável.
Desafios
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.