Mantidas as atuais taxas de crescimento do Nordeste e do Brasil, serão necessárias muitas décadas para que a Região e os seus Estados atinjam 70% do PIB per capita do País. Uma assimetria espacial no padrão de vida dos brasileiros, que é politicamente intolerável em uma democracia federativa moderna.
O Painel da Economia Amazonense registra reação da atividade em julho, impulsionada pela indústria. O faturamento cresce, as motocicletas ampliam a produção e os condicionadores de ar ensaiam recuperação, embora os indicadores acumulados ainda revelem perdas.
Ao reunir operadores portuários, aeroporto e Receita Federal, o CIEAM amplia uma discussão que precisa alcançar o planejamento e o orçamento estadual. As secas recentes e os cenários para 2026 justificam soluções de longo prazo para a indústria e as comunidades do interior.