A gestora agora reuniu 34 fundos, com mais de US$ 4,6 trilhões em ativos, para tentar convencer o governo brasileiro a reverter políticas que destroem a Amazônia.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”