Professor de Ciências Ambientais da USP e um dos maiores especialistas brasileiros no tema diz que Brasil poderia ser um líder da chamada biodiplomacia.
Esta composição diversificada de atores empresariais, científicos e do ativismo é talvez a mais promissora expressão de um projeto voltado ao desenvolvimento sustentável na América Latina.
Devastação e fogo são retrocesso à colônia. Há alternativa: articular desmatamento zero com projeto que substitui soja, mineração e gado por economia do século XXI, baseada em biodiversidade e saberes — inclusive os originários
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.