Webinar realizado pelo Instituto Escolhas reuniu um time de peso para discutir como a comercialização de créditos de carbono pode fortalecer as concessões de florestas públicas no Brasil
Um novo método de mapeamento baseado em dados de mais de 45 anos pode ajudar a identificar o que está causando o desmatamento tropical e onde as florestas são mais vulneráveis à degradação e incêndios futuros.
Dois cientistas que trabalham permanentemente com a questão das mudanças climáticas a partir da Amazônia, Niro Higuchi, do INPA e
Luciana Gatti, do INPE, se manifestaram sobre a dramaticidade do Relatório do IPCC, e da dificuldade da floresta amazônica, sob queimadas
e desmatamento, cumprir seu papel de redução dos distúrbios das mudanças climáticas. Acompanhe.
Em documento, novo ministro culpa Covid por cancelamento de quase metade das operações do Ibama, comemora ações que não saíram do papel e tenta desqualificar INPE
De acordo com Teresa Rossi, coordenadora de Projetos do Instituto, o Escolhas reconhece as concessões florestais como uma política pública fundamental para a conservação da Amazônia e para o impulsionamento da bioeconomia. Por isso, tem analisado estratégias de diversificação das atividades sustentáveis permitidas nessas áreas, buscando levá-las além do manejo madeireiro, como é o caso dos créditos de carbono.
Em meio às novas empresas de comercialização de créditos de carbono, como a fintech Moss, os projetos brasileiros de REDD+ apresentam exemplos de sucesso e de fracasso no âmbito da preservação florestal