Após 15 anos de disputas legais, o Projeto Potássio Autazes recebe licença ambiental do Governo do Amazonas, prometendo investimentos bilionários e geração de empregos. Contudo, organizações indígenas denunciam a violação dos direitos dos povos Mura e a falta de consultas e estudos adequados, apelando ao Governo Federal e ao MPF por intervenção.
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.