Para a Suframa, a medida permitiria o avanço mais rápido da indústria 4.0, assim como a evolução de novas tecnologias pelo nosso ecossistema de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.
“Temos a obrigação de defender a Zona Franca de Manaus sim, mas antes de corrermos para Brasília para pedir socorro às autoridades, nossa obrigação maior é buscar nossas próprias soluções” Jaime Benchimol, presidente da Sociedade Fogás Ltda.
Se Brasília deseja levar a ZFM, precisará trazer soluções que não cabem ao Amazonas tomar sozinho, vez que ele é parte da Amazônia e a Amazônia é pauta da nação brasileira.
Nesse contexto, perde o sentido a querela política para fazer valer o expediente constitucional e o legítimo anseio da Amazônia em resguardar o acesso a um novo padrão de desenvolvimento e sua inserção no sumário de uma nova civilização brasileira.
Também não há nenhum indicativo de que os governos federal e estadual consigam antes de 20 ou 30 anos dotar o Amazonas de condições de geração recursos para suprir o orçamento público anual de R$ 25 bilhões e manter o movimento da economia em geral em magnitude equivalente ao que a ZFM proporciona hoje. Por isso, ela é a única opção neste prazo e isto não é desapercebido por Brasília, mesmo porque não há qualquer sinalização de que o governo federal tenha um plano alternativo factível no prazo necessário.