Metrópoles brasileiras se mobilizam com planos climáticos que priorizam a restauração florestal nas ações de resiliência para adaptação aos impactos já em curso no planeta
Meta do Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática do Rio é reduzir em 20% emissões de gases do efeito estufa até 2030, horizonte considerado de médio prazo.
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.