Com R$ 21 bilhões* em empréstimos e participação acionária nos maiores frigoríficos que operam na Amazônia, o BNDES, o banco de desenvolvimento do Brasil, poderia ter mudado o curso da destruição na floresta.
“Toda sociedade brasileira a se somar às iniciativas de defesa dos direitos dos povos indígenas e dos povos tradicionais e em apoio a luta na defesa da Amazônia, da democracia e dos direitos constitucionais.”
Dois grandes parceiros do Setor Produtivo - na busca da diversificação das matrizes econômicas para o Amazonas e região - sempre atentos e colaborativos, levantam neste oportuno artigo algumas das questões que envolvem o desenvolvimento sustentável, nosso modo de trabalhar há mais de meio século. Ao polemizar alguns conceitos, os autores jogam luzes para um debate construtivo e inadiável.
Em termos de responsabilidades, o desempenho do poder público é visto de forma negativa pelos brasileiros, que rejeitam majoritariamente a atuação da União
Precisamos romper com diálogos de mudos ou de analfabetos em Libra que descrevem a relação entre economia e academia no país e, emergencialmente, na Amazônia.
Imagens de satélite em alta resolução mostram o desmatamento "sistemático" de um trecho da Amazônia brasileira durante um período de mais de três anos, de maio de 2017 a setembro de 2020.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.