"A atividade econômica do Amazonas já existente atualmente com as fábricas de artigos da floresta como medicamentos, cosméticos e alimentos, por estarem em sua grande maioria atreladas aos incentivos fiscais e até cadastradas na Suframa, fazem parte da ZFM e, portanto, não são Novas Matrizes Econômicas."
Conta-se que num determinado ano o ministro da economia ligou para o governador do Amazonas e perguntou se já poderiam tratar da eliminação gradual dos incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus, conforme haviam agendado tempos atrás. O governador disse que ainda não era o momento por que a infraestrutura para atender o Polo Industrial ainda não era adequada
Explorar novas potencialidades para a economia do Amazonas. Com mais de 40 anos de experiência no segmento industrial, esta é a missão do engenheiro civil e executivo, Jório Veiga, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti).
Portanto poderemos dizer que há um horizonte muito próximo em todos os sentidos que representa um alento de desafios extremamente promissores para a geração de empregos, oportunidades e interiorização do desenvolvimento. O Amazonas, por uma gestão historicamente improvisada, agravada por dificuldades locacionais tem utilizado os recursos gerados pela industria para projetos e programas dessa natureza.
Como diz Denis Minev, um de seus conselheiros, “O IDESAM tem dado alguns passos para desenvolver uma Bioeconomia um pouco diferente, uma Bioeconomia que não toca nem depreda a floresta, mas retira a inteligência a partir da floresta para desenvolver outros produtos e outras frentes empreendedoras”.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.