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Novo pacto: Frigoríficos gigantes do Brasil adotam novo protocolo para combate ao desmatamento no Cerrado

JBS, Marfrig e Minerva aderem ao Protocolo do Cerrado, uma iniciativa para implementar práticas sustentáveis e combater o desmatamento e irregularidades na cadeia de fornecimento de gado, incluindo medidas de rastreamento desde o nascimento do animal.

Mesmo com marketing sustentável, gigantes da carne continuam negando transparência de fornecedores

Gigantes da carne não autorizarão as publicações de resultados que revelam os seus fornecedores indiretos; empresas manifestaram discordância da metodologia da ferramenta de fiscalização

Minerva vende 280 mil toneladas de crédito de carbono para árabes

O Fundo Soberano da Arábia Saudita, o Salic, fez ontem seu primeiro leilão de crédito de carbono, onde foram negociadas 1,4 milhão de toneladas...

Bancos ameaçam cortar empréstimo a frigoríficos ligados a desmatamento e trabalho escravo

Febraban discute proposta que exige monitoramento de fornecedores diretos e indiretos de frigoríficos

Greenpeace: pecuaristas que usaram fogo no Pantanal vendem carne para frigoríficos e varejistas internacionais

Segundo a análise, em apenas 15 propriedades produtoras de carne do Pantanal foram registrados 73 mil hectares de áreas queimadas no ano passado, em um período em que o uso de fogo estava proibido por autoridades federais e estaduais. Essas mesmas propriedades possuem um longo histórico de irregularidades ambientais, como desmatamento e incêndios ilegais.

BNDES poderia ter mudado o curso do desmatamento na Amazônia, mas lavou as mãos

Com R$ 21 bilhões* em empréstimos e participação acionária nos maiores frigoríficos que operam na Amazônia, o BNDES, o banco de desenvolvimento do Brasil, poderia ter mudado o curso da destruição na floresta.

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

Terra Indígena Apyterewa: desmatamento caiu de 102 km² para 7,5 km² após a retirada de invasores

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