“Não estamos falando de intocabilidade e sim do manejo inteligente de nossas potencialidades, previsto em Lei e que nos permitirá diversas
iniciativas de bionegócios, com as ferramentas da inovação tecnológica, e de forma sustentável, para implantar a economia de nossa diversidade biológica, geológica e de serviços ambientais.”
Ao reunir operadores portuários, aeroporto e Receita Federal, o CIEAM amplia uma discussão que precisa alcançar o planejamento e o orçamento estadual. As secas recentes e os cenários para 2026 justificam soluções de longo prazo para a indústria e as comunidades do interior.