“A elaboração do projeto Amazônia 4.0, com as redes privativas de velocidade 5G, precisa recompor o mapa dessa biodiáspora do banco de germoplasma amazônico. Algo parecido foi iniciado em 2020 na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Lá os pesquisadores utilizaram tecnologias blockchain, automatização de máquinas, big data e computação em nuvem. Coisas que o 5G vai exponenciar“
Ao reunir operadores portuários, aeroporto e Receita Federal, o CIEAM amplia uma discussão que precisa alcançar o planejamento e o orçamento estadual. As secas recentes e os cenários para 2026 justificam soluções de longo prazo para a indústria e as comunidades do interior.