Qual o sentido de anunciar Manaus como Centro Mundial de Bioeconomia sem assegurar reinvestimentos dos recursos produzidos pelo próprio modelo para este fim de qualificação das pessoas e instituições?
Enquanto a eleição se ocupa do próximo mandato, o El Niño, o desmatamento e os eventos extremos já cobram do país uma fatura bilionária em alimentos, saúde, transporte, energia, educação e infraestrutura