A criação de um novo mecanismo financeiro, inspirado no Fundo Verde do Clima foi pedido pelo bloco de países pobres. EUA já sinaliza negar propostas enquanto ilhas ameaçadas pelo aumento dos níveis dos oceanos abandonam reunião
Executivo aposta em iniciativas privadas para a preservação, enquanto segue sem cumprir metas de emissões de gases de efeito estufa estabelecidas em acordos internacionais
O Floresta+, inicialmente (e falsamente) vendido pelo ministro Ricardo Salles como “o maior programa de pagamento por serviços ambientais do mundo”, obteve US$ 96,5 milhões (cerca de R$ 500 milhões) do Fundo Verde do Clima (GCF, na sigla em inglês). A negociação foi iniciada em 2018, no governo Temer.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.