“Quando vamos começar a unir esforços respeitando as demais visões sobre o que é melhor para a Amazônia e as suas sociedades locais? Ainda estamos longe do Fim da História e precisamos construir uma mudança que saia da repetição diária que enfrentamos por aqui. Chega de rodovias pelas rodovias ou de garimpos pelos garimpos. Chega de chamar estrangeiros para nos dizer o que fazer, pois eles só defenderão seus próprios interesses. Já é o momento de aprendermos algo com a história e agir.”
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.