O polo de bioindústria foi desenhado a partir das demandas da economia local e das saídas vislumbradas na diversidade biológica e mineral da região. Tudo ia bem até que começou uma querela estéril e danosa entre os ministérios que passaram a querer um CBA para chamar de seu, na suposição de que esse patrimônio lhes pertencia. Não pertencia e não pertence a ninguém, muito menos à União e seus escalões. É um patrimônio a serviço da Amazônia, das demandas de suas indústrias, das pequenas empresas que se beneficiam das verbas do Programas Prioritários da Suframa para empreendedores, nos programas e projetos a partir da floresta, de seu banco genético, que padece da inovação tecnológica.
“Para o cientista Niro Higuchi, a maior autoridade mundial em dinâmica do carbono na Amazônia, basta sistematizar os conhecimentos já consolidados para provar que o Polo Industrial de Manaus é superavitário em sua contabilidade ambiental e na neutralização do carbono”.
Por um lado, a restauração da Mata Atlântica avança, mas por outro, o bioma vem perdendo florestas maduras e seus serviços ambientais. Como equilibrar essa conta que ainda não fecha?
Após 55 anos de batalha pelo desenvolvimento regional, a economia do Amazonas tem um portfólio robusto para prestação de contas ao contribuinte e demais interessados no crescimento socioambiental e econômico da Amazônia. Construímos uma história inserida na evolução natural do conhecimento, amparada em valores colaborativos e compromissos éticos.
Estudo revela que desde 2014, ondas de calor em ecossistemas marinhos se tornaram “o novo normal”
Em meio à preocupação crescente em relação às mudanças...