Se o novo Presidente da República desejar promover o resgate da imagem internacional do Brasil, atualmente com repercussões adversas sobre as nossas exportações dos setores produtivos intensivos de recursos naturais, e desejar respeitar o nosso patrimônio natural para as atuais e futuras gerações, será fundamental que implemente uma nova política ambiental, a qual tenha como objetivo preservar, conservar e reabilitar os nossos ecossistemas: os Pampas, os Cerrados, a Caatinga, a Mata Atlântica e, principalmente, a Amazônia.
O polo de bioindústria foi desenhado a partir das demandas da economia local e das saídas vislumbradas na diversidade biológica e mineral da região. Tudo ia bem até que começou uma querela estéril e danosa entre os ministérios que passaram a querer um CBA para chamar de seu, na suposição de que esse patrimônio lhes pertencia. Não pertencia e não pertence a ninguém, muito menos à União e seus escalões. É um patrimônio a serviço da Amazônia, das demandas de suas indústrias, das pequenas empresas que se beneficiam das verbas do Programas Prioritários da Suframa para empreendedores, nos programas e projetos a partir da floresta, de seu banco genético, que padece da inovação tecnológica.
“Para o cientista Niro Higuchi, a maior autoridade mundial em dinâmica do carbono na Amazônia, basta sistematizar os conhecimentos já consolidados para provar que o Polo Industrial de Manaus é superavitário em sua contabilidade ambiental e na neutralização do carbono”.
Por um lado, a restauração da Mata Atlântica avança, mas por outro, o bioma vem perdendo florestas maduras e seus serviços ambientais. Como equilibrar essa conta que ainda não fecha?
Após 55 anos de batalha pelo desenvolvimento regional, a economia do Amazonas tem um portfólio robusto para prestação de contas ao contribuinte e demais interessados no crescimento socioambiental e econômico da Amazônia. Construímos uma história inserida na evolução natural do conhecimento, amparada em valores colaborativos e compromissos éticos.
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.