China estimula a produção de animais e plantas comercialmente valiosos para atender à demanda do mercado e reduzir a pressão sobre as espécies selvagens.
Astronautas chineses da estação de Tiangong estão cultivando plantas no espaço — e elas são uma graça. A Academia Chinesa de Ciências anunciou na segunda-feira (29) que os brotinhos de agrião mostraram suas primeiras folhas. Já as sementes de arroz atingiram cerca de 30 centímetros de altura.
A ciência moderna foi inaugurada, de certa forma, com a famosa frase de Galileu Galilei (1564-1642): “o grande livro da natureza foi escrito em língua matemática e seus caracteres são triângulos, círculos e outras figuras geométricas”. O mais importante nesta definição é que a natureza está posta e dada diante de nós como puro e passivo objeto, à espera de nossa capacidade interpretativa.
Os mamíferos alados poupam o bolso de produtores ao devorarem lagartas e outros insetos que atacam os cultivos. Animais ainda são vistos com temor, agredidos e mortos na cidade e no campo
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.