O PL define economia da biodiversidade como “atividades econômicas formadas por cadeias produtivas sustentáveis que vinculem proteção e produção, tendo como premissa a agregação de valor à produção sociobiodiversa e o respeito ao modo de vida e diversidades culturais de povos e comunidades tradicionais, e formação de mercados justos”
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.