Diante do retrocesso, a mobilização individual e coletiva deve ser ampliada. Cada país, cada governo local, cada empresa e cada cidadão tem um papel a desempenhar para garantir que o Acordo de Paris seja mais do que um documento. É preciso que ele seja um pacto vivo, capaz de inspirar e direcionar ações concretas.
O Brasil assinou o Acordo de Paris em 2015, comprometendo-se a reduzir até 2025 suas emissões de gases de efeito estufa em até 37% (comparados aos níveis emitidos em 2005), estendendo essa meta para 43% até 2030.
Se até o fim desta década o País não conseguir eliminar o desmatamento ilegal, não há viabilidade técnica para zerar a emissão de gases de efeito estufa até 2050, como prevê compromisso nacional no Acordo de Paris. Isso levará o País a ter de compensar suas emissões, tornando-se um comprador (e não um vendedor) de créditos de carbono. Conheça propostas para a transição energética e entenda a importância da restauração e do reflorestamento nesta equação.
O governo enviou uma nova Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) para a Convenção do Clima. Esta atualização vai contra o Acordo de Paris ao não elevar ambição climática brasileira
Após três anos do anúncio do presidente Donald Trump sobre os planos de abandonar o Acordo de Paris, os Estados Unidos estão oficialmente fora do pacto climático global a partir de hoje.
Levantamento inédito mostra que desde a assinatura do Acordo de Paris, em 2015, vários dos principais bancos do mundo direcionaram cerca de US$ 154 bilhões em financiamento para empresas
Apesar do atraso, alguns dos países disseram que enviarão as metas climáticas ainda este ano; o momento é de incerteza após a saída dos EUA do Acordo de Paris