Se a agricultura do passado foi extrativista, a do presente precisa ser regenerativa. E a agricultura do futuro, sem dúvida, será feminina, inclusiva, biológica...
A estrutura do novo fertilizante de vidro permite liberação controlada e gradual de nutrientes, reduzindo perdas e garantindo que os elementos essenciais à nutrição das plantas sejam absorvidos de forma mais eficaz.
A rotação de culturas se faz uma prática sustentável por contribuir significativamente para melhorar a qualidade do solo, pois favorece o equilíbrio nutricional, reduz o esgotamento de nutrientes específicos e aumenta a matéria orgânica
Áreas de monoculturas por mais de 10 anos perdem em média 38% de seu estoque de carbono, o que reforça a importância da conservação do solo e estratégias sustentáveis de agricultura
A agroecologia pode trazer segurança alimentar, tornar o solo mais produtivo e reduzir o impacto do plantio no meio ambiente, mantendo os jovens engajados em técnicas sustentáveis.
A agricultura regenerativa surge como uma resposta viável para tornar o agro mais sustentável, podendo gerar até US$ 100 bilhões em valor econômico e aumentar o PIB do Brasil em US$ 20 bilhões por ano até 2050.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.