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Sustentabilidade, paradigma capenga da Zona Franca de Manaus

Adotamos aqui a mais fundamental das premissas conceituais da Agenda 21, referendada por 179 países, sob a batuta da ONU, no Brasil em 1992. Esta é a baliza da Organização até os nossos dias: Sustentabilidade é reposição dos estoques naturais e atendimento das demandas sociais. Impressionante quão atual é o livro “Amazônia um pouco-antes e além-depois” do maior pensador da Amazônia, Samuel Benchimol e sua afirmação : A ZFM não é um paraíso fiscal, mas sim, um paraíso do fisco” Eis algumas das aplicações do conceito no programa Zona Franca de Manaus:

Liberdade e felicidade são requisitos para desenvolver tecnologias na FPF-Tech, diz Luís Braga, Diretor Executivo

“Haverá um colapso nas áreas de TI e Inovação no pós-pandemia”. Esta é a manchete da semana nas mídias que trabalham com as últimas novidades no segmento editorial de tecnologias. O diretor-executivo da Fundação Paulo Feitoza, Luís Braga, reconhece que há uma escassez de profissionais nesta área, entretanto, de forma recorrente, há mais de 10 anos, o planejamento estratégico da instituição prioriza tecnologias disruptivas como Internet das coisas, segurança cibernética, robótica, inteligência artificial entre outras. E assim se prepara para as surpresas permanentes da Quarta Revolução Industrial. Nesta quarta-feira, ele abriu sua agenda para conversar com o portal BrasilAmazôniaAgora, no contexto da coluna Follow up. Confira.

A Amazônia pode cair para a segunda divisão

”E as baratas continuam povoando as prateleiras da academia, abarrotadas de ciência amazônica natimorta.”

Indústria, enfim, terá assento no Conselho Curador da UEA

“ Soluções de infraestrutura, como energias alternativas, comunicação e logística de transportes, adequadas às demandas produtivas, significam mais empregos e mais oportunidades. Isso é desafio tecnológico e pauta dos conteúdos acadêmicos.”

Amazônia: Teologia e Sociologia da Sustentabilidade – Parte II

“Todavia, para se resolver uma situação tão complexa como esta que enfrenta o mundo atual, não basta que cada um seja melhor. Os indivíduos isolados podem perder a capacidade e a liberdade de vencer a lógica da razão instrumental e acabam por sucumbir a um consumismo sem ética nem sentido social e ambiental. Aos problemas sociais responde-se, não com a mera soma de bens individuais, mas com redes comunitárias:”

Economia, academia e cidadania na Amazônia: considerações emergenciais – Follow Up – Parte I

Dois grandes parceiros do Setor Produtivo - na busca da diversificação das matrizes econômicas para o Amazonas e região - sempre atentos e colaborativos, levantam neste oportuno artigo algumas das questões que envolvem o desenvolvimento sustentável, nosso modo de trabalhar há mais de meio século. Ao polemizar alguns conceitos, os autores jogam luzes para um debate construtivo e inadiável.

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