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ZFM + ESG: A Estratégia da Suframa para Liderar a Transformação Sustentável na Amazônia

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) vem se consolidando como referência nacional em governança pública e como articuladora de um novo modelo de desenvolvimento para a Amazônia Ocidental. Em entrevista ao portal Brasil Amazônia Agora, o superintendente Bosco Saraiva detalha os avanços em áreas estratégicas como ESG, bioeconomia, infraestrutura, interiorização da economia e modernização industrial.

A Zona Franca de Manaus: O Dia Seguinte

“A Zona Franca de Manaus deixará a arena do Congresso Nacional como acerto econômico, ambiental e social, além de um compromisso com a construção...

Indústria de Manaus aporta no Planalto para debater questões da Amazônia

“…a união entre a classe política e as entidades que representam a indústria instaladas na Amazônia - com o protagonismo de quem transforma impactos em oportunidades sustentáveis, geram 500 mil empregos e tantos benefícios, alguns historicamente adiados - está escrevendo a história de um novo momento marcado por ganhos políticos, econômicos, sociais e ambientais da maior relevância.”

“Indústria, academia e comunidade: cresce a Bioeconomia na Amazônia”, diz Rebecca Garcia

Parlamentar brilhante na defesa da Amazônia e da ZFM, de 2011 a 2015, Rebecca Garcia vem de uma familia empreendedora, com relevantes serviços prestados ao desenvolvimento regional em diversos setores da economia. Titular da Suframa de 2015 a 2017, Rebecca conseguiu avançar na autonomia financeira e administrativa da autarquia, e incentivar ações, programas e projetos em economia verde por toda a Amazônia Ocidental, mais o Amapá. Com larga vivência em Brasília, reconhece que o Brasil federal permanece de costas para a Amazônia, onde estão os ativos que podem empinar o desenvolvimento nacional. No retorno ao setor privado, na área de equipamentos e componentes eletrônicos, a GBR da Amazônia, resolveu conhecer, planejar e empreender em Bioeconomia. Ou seja, além de direcionar as verbas de P&D de sua empresa para o PPBio, Programa Prioritário de Bioeconomia da Suframa, gerenciados pelo IDESAM, implantou uma empresa fincada na biodiversidade amazônica. Confira a entrevista exclusiva.

Os porquês do fracasso da Zona Franca Verde segundo Henrique Pereira

O professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Henrique dos Santos Pereira aponta, em entrevista à coletânea Entre o passado e o futuro (Valer) os porquês do fracasso do projeto Zona Franca Verde

Idesam apresenta proposições reais para uma nova matriz econômica na Amazônia

Com recorde de público e negócios fechados, a bioeconomia BIO&TIC na região foi um dos temas no principal painel apresentado pelo Idesam na feira ExpoAmazônia Bio&Tic 2022.

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Quando a seca vira gargalo, a logística vira destino

A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.

Milhões de espécies invisíveis: fatos e curiosidades sobre a biodiversidade amazônica

A biodiversidade amazônica abriga milhões de espécies ainda desconhecidas. Conheça fatos, curiosidades, riscos e o potencial oculto da floresta.

III Fórum ESG Amazônia: o ensaio geral do Acordo UE–Mercosul — e a chance de o PIM chegar primeiro

Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.

O Acordo União Europeia–Mercosul e o novo mapa das exigências: o que muda na prática para a ZFM

O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.