Luciana Constantino | Agência FAPESP – Usando um modelo inovador, um grupo de pesquisadores, liderados por brasileiros, conseguiu mapear clareiras na Amazônia e apontar fatores...
Trechos da floresta amazônica podem estar sob condições climáticas que vão além de sua capacidade de adaptação. Maiores taxas de mortalidade tem sido registradas para espécies susceptíveis à seca nesses trechos, alterando a estrutura da floresta, apontou estudo publicado no jornal ‘Nature Communications‘.
De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, a humanidade precisa plantar 1 bilhão de hectares de árvores para que possamos ter a esperança de limitar o aquecimento global a 1,5°C
Segundo Locosselli, a maior parte dos modelos climáticos e de dinâmica de biomassa nas florestas tem levado em consideração a taxa de crescimento, mas não a relação negativa com a longevidade.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.