Os militares reafirmam a sacralidade da soberania; a indústria quer competitividade; a sociedade clama por oportunidades. A síntese é clara: defender a Amazônia é diversificar o Polo Industrial, ativar a bioeconomia, planejar logística sob medida e romper com a desigualdade histórica.
A presença das Forças Armadas na Amazônia nunca foi apenas uma operação militar. Sempre foi — e cada vez mais precisa ser — um projeto de Estado, de Nação e de futuro. Em tempos de instabilidade geopolítica, mudança climática e pressão internacional sobre os biomas tropicais, o Comando Militar da Amazônia (CMA) reafirma seu papel como guardião não apenas das fronteiras físicas, mas também das fronteiras do conhecimento, da presença institucional e da soberania cidadã.
Presidente Lula autoriza a entrada de 294 militares dos EUA para um exercício conjunto na Amazônia Oriental, reforçando a cooperação militar entre os países.
Segundo Polícia Federal, militares recebiam mesada de empresa para auxiliar no esquema de garimpo ilegal. Um tenente-coronel é suspeito de fornecer informações para garimpeiros.
A presença de militares, servidores federais e forças de segurança pública na Terra Indígena Yanomami está começando a afastar os garimpeiros da região. O g1 mostrou...