A Amazônia precisa ser vivida e desenvolvida, com inteligência e sustentabilidade — e é esse o sentido mais profundo da realização de uma COP em nosso território.
"A morte de Gilberto Mestrinho, em julho de 2009, não silenciou sua voz. Seus pronunciamentos permanecem vivos, como orientações para uma política moderna, justa...
“A história da doação de alevinos de tambaqui é um exemplo de como decisões estratégicas podem transformar realidades. O gesto de Mestrinho inaugurou uma...
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.