Os alertas de desmatamento para a Amazônia em junho mostram um crescimento de 17% em relação ao primeiro semestre do ano passado, com uma área de 3.610 km2 desmatada em 2021.
Documento prevê a redução do desmatamento à taxa de 8.718,6 km² por ano, valor quase 16% maior do que o registrado no ano anterior ao início do mandato de Bolsonaro
Reafirmo, aqui, com todas as letras, que os recursos que a indústria recolhe deveriam ser usados em novas matrizes econômicas. Ponto final. Se acabarem com as indústrias, não vai ter Bioeconomia, nem geoeconomia, nem nada.
Desta forma, demos um passo definitivo na reestruturação da nossa interlocução Amazônica com o restante do Brasil. É imperativo da realidade global, precisamos alinhar a narrativa e falar em negócios e oportunidades sustentáveis.
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes