Desenvolver um sistema de informações para gestão e acesso aos dados da agrobiodiversidade da região do Alto Solimões, no eixo dos municípios São Paulo...
Hub Global de Startups da Amazônia, promovido pela Fundação Certi e pela Amazon Investor Coalition, selecionou 33 negócios inovadores da bioeconomia amazônica, a fim...
“E SE NÃO EXISTISSE A FLORESTA…?
"O Laboratório de Manejo Florestal do INPA, Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, há 40 anos, investiga a dinâmica...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.