Em meio à crise climática e desastres ambientais, a previsão de verba destinada a gerir riscos de eventos climáticos como enchentes e secas foi reduzida em comparação a 2024
Com a intensificação das mudanças climáticas provocadas pela ação humana no meio ambiente, o mundo inteiro tem observado um aumento significativo na frequência e...
“Estas anotações destacam em itálico as intuições e o espírito público da proposta de Haddad para a reconstrução do Rio Grande do Sul e a oferece uma abordagem profunda e reflexiva que poderia servir de modelo para outras regiões do Brasil e do mundo, enfrentando desafios semelhantes de reconstrução e desenvolvimento sustentável após desastres.”
Os gaúchos já demonstraram historicamente que são empreendedores dinâmicos e inovadores, e que o Estado dispõe de capital social e institucional para superar os problemas socioeconômicos e socioambientais resultantes do desastre ambiental das inundações e das enchentes. Particularmente, deverão planejar a gestão sustentável dos recursos hídricos com o apoio da Agência Nacional de Águas (ANA) os quais, no Rio Grande do Sul, são uma benção na Natureza e não apenas numa visão de curto prazo, fonte amaldiçoada de desastres ambientais, um fato que já havia sido observado desde a Descoberta do Brasil.
O Rio Grande do Sul enfrenta alertas de temporais intensos e recebe um aporte significativo de recursos federais após desastres que já resultaram em 46 mortes.