Uma investigação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que a contaminação por mercúrio está afetando quase toda a população de nove aldeias indígenas yanomamis...
As Forças Armadas, responsáveis pela logística na Terra Indígena Yanomami, solicitaram um aporte diário de R$ 993 mil para manter o suporte às atividades...
Durante uma transmissão ao vivo no Instagram nesta terça-feira (16), a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, juntamente com o secretário nacional de Saúde...
Após o insucesso na remoção dos garimpeiros ilegais do território Yanomami, em Roraima, o governo brasileiro decidiu tornar permanente a presença das Forças Armadas...
A Uruhi Associação Yanomami ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir que garimpeiros ilegais sejam ouvidos pela comissão temporária do...
A Polícia Federal (PF) realizou no último sábado (18/3) a Operação Palácios, prendendo suspeitos de envolvimento em uma organização criminosa que recrutaria mulheres e adolescentes para...
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.