“A posição do SINAEES-AM é direta: tratar a oportunidade com disciplina. O que abre porta na Europa é prova: prova de origem, de qualidade, de rastreabilidade, de responsabilidade pós-consumo, de seriedade institucional. E nós podemos provar — desde que façamos agora o que...
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.
Há dois tipos de sustentabilidade. A primeira vive de adjetivos. A segunda vive de engenharia. A primeira mora no palco. A segunda mora no cano, no chão, na estação de tratamento, no relatório que aguenta luz forte.
“Iniciativa impulsionada pela Suframa, com apoio direto do CIEAM, e retaguarda da FIEAM, para levar a Amazônia do discurso ao método: reconhecer e remunerar, com governança e métricas, os ativos ambientais que sustentam clima, água e produtividade. No horizonte da questão climática, o mapa do caminho é claro — transição energética, regeneração florestal e bioeconomia com escala, com sistemas agroflorestais capazes de gerar renda no interior e reduzir a pressão sobre a floresta”.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.
Foto: Bruno Zanardo
Com a
presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, a Suframa abriu nesta
quarta-feira, no Studio 5 Centro de Convenções, em Manaus, a solenidade...
Essa intenção de ordenar um conjunto de ideias para mascarar dados da realidade levando os receptores da mensagem ao engano, os manuais de sociologia chamam de ideologia.
É hora de rever o que queremos como nação. É hora de impor a sustentabilidade de ações sérias, de governança, para que, de fato, possamos ter um país a trilhar o desenvolvimento contínuo, sem sobressaltos e retrocessos.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.